Por vias nunca dantes corridas... pelo menos nos últimos 25 anos!
É isso mesmo. Depois de 25 anos a espetaculosa, fantástica, lindona e calorosa (e põe calor nisso!!!) Corrida da Ponte voltou a ser disputada. Na boa, se você não foi, perdeu um dia histórico para as provas de rua no Brasil: mais de sete mil atletas participaram da prova.

Mas a história não começa por aí não, afinal não posso falar da corrida sem falar um pouquinho do dia anterior à prova.
Tudo começou quando fomos buscar o kit de corrida lá no
MAM (Museu de Arte Moderna) que fica lá no
Aterro (nunca sei se é Aterro da Glória ou do Flamengo... alguém sabe me explicar?). Depois de uma caminhadinha debaixo de um sol de lascar, chegamos ao local de retirada do kit e já de cara encontramos o Jorge amigão e corredor de primeira categoria e como não poderia deixar de ser registramos o encontro.
A retirada do kit foi super tranqüila. Na bolsa de tecido do bom (têm aquelas que se desintegram na primeira usada), vinha uma camiseta sem manga, squeeze, chip descartável, número de peito, pulserinha de corredor, passagem para a barca, revista da prova e dois cupons de desconto para restaurantes da cidade. Tudo no melhor estilo tudo azul.
Ainda na retirada do kit, também encontramos o Miguel Delgado e mais uma galera Baleias que chegou com ele. Muitos deles eu não conhecia, mas posso dizer que são todos muito legais!
Depois do kit seguimos em direção à
Copacabana onde encontramos a Drica.
Aliás, Drica, obrigada por tudo!!!! Sua companhia foi muito bacana!Adoramos passar o dia com você!
Passamos o dia curtindo aquele marzão e depois fomos lanchar na tradicional Colombo. Se não conhece, não sabe o que está perdendo!
Para completar o dia fomos ao
Amarelinho da Glória para uns petiscos. Lá estava todo o pessoal Baleias que iria participar da prova no domingo, A Drica e o Sérgio, Fabio, meus pais e a minha Dodô. Não poderia ter sido melhor! Galera de primeira!
O despertar no domingo foi bem cedo! Cedo mesmo, mas como era para uma boa causa, a gente nem percebeu. Rumamos logo para as barcas e foi lá que tudo começou efetivamente. Chegando lá encontramos uma baita galera todos esperando para entrar na barca das 6:30 hrs. Bonito de se ver! É nessas horas que a gente percebe que a corrida é muito mais do que correr!
O dia estava lindo!!! E aquele céu de Brigadeiro prometia um baita calorrrrr...
Partimos todos do caminho Niemeyer (conjunto de obras do arquiteto (Niemeyer) para quem não sabe), como teatro e outras edificações, que ocupa uma faixa da cidade em frente à baía da Guanabara), cruzamos a Ponte, pegamos o “Minhocão” carioca (Perimetral) e terminamos lá em frente ao MAM (Museu de Arte Moderna), no aterro do Flamengo. Ufa!!! Foram 21,4 Km de muita corrida!!! Meu, foi muuuuuito legal!
Para o cenário ficar ainda mais bonito, Giovani dos Santos e Damião de Souza, depois de passarem a corrida disputando passo a passo a liderança, deram as mãos e cruzaram a linha de chegada juntos (vai me dizer que isso não é um gesto para lá de emocionante?), no tempo de 1h06m10, deixando o queniano Kipkemei Mutai em terceiro, com 1h08m11...
e euzinha lá no chinelo!
No feminino a vitória também foi brasileira, com Marily dos Santos terminando em primeiro, no tempo de 1h19m04, detonando as quenianas Jakline Juma Sakilu, segunda com 1h20m33, e Ednah Muicwana, terceira com 1h21m28...
e euzinha lá no chinelo!
Devo dizer que a organização mandou muito bem, exceto por falharem no cálculo dos isotônicos (o que é normal em organizações de prova). Muita gente ficou sem, inclusive eu e o Fabio. Claro que muitos corredores sem noção que pegaram dois cada um sem pensar nos próximos que vinham atrás e que poderiam ficar sem. E outros que pegaram, tomou um gole e jogou fora. Na boa, e eu que estava morrendo de sede, baixei peguei uma garrafinha que ainda tinha isotônico, retirei a tampa e bebi o que restava lá dentro... é isso aí, quebrando paradigmas e matando a sede!
Ah, não posso deixar de falar dos corredores apertados que estavam com preguiça de pegar a fila do banheiro ou não queriam submeter as suas narinas delicadas ao fedorento banheiro químico... tá, eu sei que a natureza facilitou a vida de vocês com uma mangueirinha, mas não precisam marcar o território por onde passam. Isso é falta de respeito! Se outras pessoas quiserem utilizar o espaço não podem porque os senhores corredores preguiçosos fizeram questão de deixar o cheiro do seu xixi no local! Ah, que nojo!!!! Por acaso vocês marcam o poste ou árvore ou algum canto da casa, ou quintal ou onde quer que seja? Credo!!! Está na hora de começarem a ter educação e respeito pelas outras pessoas!!!
Olha os meninos apertados aí!!!
É isso aí!!!!
Final de semana espetacular!!!
Dona D
P.S.: Você já está participando do sorteio????