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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Meia de Sampa: mais do mesmo... afe!

A primeira vez que vi a propaganda desta corrida não botei muita fé. O tempo foi passando e continuei a não botar fé até que decidi dar uma chance e então fiz a minha inscrição já que estou numas de fazer Meias e também porque pela assessoria a inscrição sairia mais em conta.

Uma coisa chamava a atenção nesta prova: o percurso relativamente novo. Embora aqui em São Paulo o que muda mesmo é o nome da corrida já que os percursos são sempre os mesmos... entretanto por algum motivo que não me interessa agora mudaram o percurso e no final fomos largar mais uma vez no Jockey Club!

O slogan da prova dizia “Meia de Sampa, veloz e urbana.”. Urbana até vai, mas veloz... onde? Correndo no estacionamento do Jockey cheio de raízes de árvores saltando pelo asfalto e depois um areião dos infernos, como é que dá para ser veloz? Ah, PQP!

Já deu para perceber que eu não gostei, né?  Pois é, não gostei. Não faço de novo e não recomendo.

Mas vamos falar um pouquinho do evento... o kit foi entregue na sexta e sábado durante uma feira esportiva que estava acontecendo aqui na cidade. Não precisei pegar o kit porque o pessoal da assessoria iria fazê-lo, mas quem foi buscar teve que ir até a tal feira obrigatoriamente (tá, ganhava o ingresso) e disputar o estacionamento lá do parque do Ibirapuera.

O kit que vinha em uma bolsa bancaninha tinha camiseta lindona de manga longa (ainda não aprenderam que existe camiseta baby look P, M, G e GG afinal tem meninas e peitcholas de todos os tamanhos... mas isso é outro assunto...), toquinha, número de peito, gel e uma folhinha. O chip seria entregue antes da prova entre as 5:30 e 6:30 horas já que a largada seria as 7:00 horas (e nisso eles acertaram).

E na manhã mega fria deste domingo estávamos lá, todos os quase 5 mil corredores circulando pelo Jockey  entre a arena do evento e as tendas onde entregavam o chip, que não era perto. A pergunta que ficou: por que raios colocaram as tendas onde entregavam os chips longe da arena do evento? Era para o aquecimento do povo? Juro que não entendi e não vi a mínima graça!

Fui até a tenda para deixar as minhas coisas e fui para a largada que atrasou uns 10 minutos. A prova rolou super bem. O frio acabou ajudando. Havia pontos de hidratação a cada 2 km e um ponto com isotônico no meio do percurso. Isso estava legal.


Fiz os 21 na boa, até consegui dar uma baixadinha \0/ no meu tempo, mesmo com os últimos 3 quilômetros dentro do Jockey (que realmente odiei).



Resultados:
  • Os meninos:
             Adriano Bastos - 1h10min18
             José Virginio - 1h10min42
             João Carlos - 1h10min45

  • As meninas:
             Vivian de Oliveira - 1h29min54
             Ana Luiza dos Anjos (a Animal) - 1h29min54
            Andrea Cavallini Fernandes - 1h32min31


Senti falta de mais rostos conhecidos...

Dona D

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Montain Do

Do???

Hã???

O Mountain Do é um evento esportivo pioneiro no Brasil de corrida em montanhas. Inspirado na fusão das tradicionais corridas européias de montanha, que surgiram na década de 90 na região dos alpes suíços, italianos e franceses, com as corridas populares. Chiquérrimo, né!!!

Podemos contar com algumas provas durante o ano. Aqui em São Paulo (estado), acontecerá no dia 23 de junho a etapa Campos do Jordão para as deistâncias de 9 e 18 Kms.

O preço das inscrição está salgadinho, dá uma olhada:
  • R$ 110,00 até 01/05
  • R$ 120,00 de 02/05 até 01/06
  • R$ 140,00 até 11/06
Percurso bacanudo demais!!!


Maiores informações http://www.mountaindo.com.br/provas/campos-do-jordao/informacoes-gerais/.

Já foi? Que tal? Conta aqui!

Dona D

domingo, 14 de novembro de 2010

Com mil macacos, Batman!!!!

Depois de uns 6 anos sem andar em uma bicicleta "móvel" (estou considerando que a bike de spinning é imóvel, é???), hoje finalmente desencanei e desencantei...

Não sei se você lembra, mas da última vez que tinha andado, o saldo foi uma costela quebrada (isso dói pra caramba!!!), algumas escoriações e um pouco de asfalto nos dentes... o pior de tudo foi ter que voltar uns bons quilômetros pedalando pra casa...

Mas isso já ficou para a história....


Tudo isso começou porque eu precisava fazer as fotos para o novo roteiro corrístico. Caminhando iria demorar um bocado, de carro não teria a mínima graça, patins nem pensar por essas ruas "bem cuidadas" da cidade e então... claro, como que a gente não tinha pensado... Bicicleta!!! 

Quanto ao trajeto do roteiro... esqueça, não conto. Vai ter que esperar. Lá, lá, lá, lá!!!

Well, o importante é que a volta de 22 quilômetros rolou suuuuuuper bem!!! Nada de dores e muito menos capote.


Quer saber, gosto muito dessa cidade!!!

Ah, tá curioso, né!!! Quer adivinhar???

Dona D


P.S.: Não se esqueça de mandar a foto para o novo mosaico.... aqueeeela com você e sua medalha mais suada... nomundodaslulus@gmail.com.

domingo, 8 de agosto de 2010

Puxa, já acabou???

Neste domingo aconteceu mais uma já tradicional e charmosa XV Corrida Corpore Centro Histórico, que  leva o corredo para um passeio pelo centro de São Paulo, com um percurso de 9km que passa por famosos cartões-postais da cidade. Quem leu o meu Roteiro Corrístico já conhecia.




































A organização como sempre foi show! E olha que tinha gente por lá!!! Como a retirada do número de peito e chip aconteceria no mesmo dia, eles tiveram que "rebolar" um pouquinho, e se sairam lindamente!! Já o kit propriamete dito, veio depois da prova e sem novidades: camiseta de manga longa, revista, lanche e medalha. O que para mim está ótimo!!!

Alexandre Koda/ Webrun

Antes de seguir para a largada encontrei a Elis (do blog "Diário de uma Corredora") e a Valeria que estavam na fila das casinhas químicas (dureza!), mas logo depois desapareceram com a euforia da largada...

Quando estava a caminho da largada, encontrei o Regis (do blog "Amo Correr") e então seguimos juntos na maior conversa. Largamos e continuamos no conversê durante um quilômetro pelo menos, quando eu disse para ele seguir em frente, já que acompanhá-lo seria um tanto quanto complicado... Valeu Regis!

E assim segui tranquila comtemplando os monumentos da cidade (tá, eu sei, eu sei... mas diferente do que está pensando, não estou cansada de vê-los não...) e ouvindo o meu som pauleira! A corrida não foi das mais rápidas, afinal havia muita gente e o espaço de para corrida não era dos maiores. O que nao mudou nada, afinal correr é tudo de bom, né!

Quando passei pela chegada eu pensei "Puxa, já acabou??? Que pena!". Confesso que queria mais...


Depois da chegada e pegar o kit, fui curtir o sonzinho que estava rolando no palco... e como eu não resisto a um sambinha de raiz, não teve jeito. Tive que me juntar à galerinha que estava dançando. Já que agora que descobri que tenho Gluteo Médio, juntando com o fato de gostar de samba, poderia pensar em alguma coisa como destaque de escola de samba...




Ah, quanto a busanfa, quer dizer, quadril, esta tudo beleza! Pelo menos não senti nenhuma dorzinha!!! Torçam para continuar assim!


Agora é se concentrar para a Meia do Rio de Janeiro...

Dona D

Power song de hoje: Trinkets To Kill a Prince (AC/DC)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Finalmente o nosso roteiro corrístico chega ao final...

Pois é, depois de depois dias o nosso roteiro vai chegar ao final... fazer o que, né! E olha, ainda vai faltar muita coisa!!!!

Onde é que eu tinha parado mesmo??? Ah, já sei!!! Viaduto Santa Ifigênia...


Desde o final da década de 70, o Viaduto Santa Ifigênia é de uso exclusivo de pedestres. Mas não era assim... No melhor estilo Art nouveau, sua estrutura foi totalmente fabricada na Bélgica, desembarcou no porto de Santos e chegou na região pela estrada de Ferro São Paulo Railway. O objetivo da construção era, além de ligar os Largos São Bento e Santa Ifigênia, melhorar o trânsito de carros e carruagens que enfrentavam a ladeira da Av. São João, melhorar o trânsito das Ruas XV de Novembro e São Bento, por onde passavam os bondes. Assim, haveria uma maneira mais eficiente de ligar um lado do Anhangabaú ao outro. E nessa época não tinha rodízio!!!


O viaduto já passou por um restauro (pois é!!! Êêê!!!), onde as luminárias foram substituídas por lumínárias antigas, conhecidas como São Paulo Antigo, o calçamento passou a ser de pastilhas coloridas e foi colocada uma escada que dá acesso ao Vale do Anhangabaú.


Hoje, o viaduto é uma das principais ligações dos pontos mais altos do centro de São Paulo, passando sobre o Vale do Anhangabaú e a avenida Prestes Maia (eu até diria que dá uma facilitada entre as compritchas da Santa Ifigênia e 25 de março...).
Do viaduto é possível avistar o Edifício Martinelli, primeiro arranha-céu da América Latina!!! Nooooossa!


E do outro lado do viaduto encontramos o Largo São Bento, que tem sua história totalmente ligada à história da cidade: ali estava instalada a taba do cacique Tibiriçá, que demarcava o limite do povoado que começava a se formar. 




A taba deu lugar a um largo, onde, em 1.598, foi construída uma capela em homenagem a Nossa Senhora de Montserrat. Durou pouco: em 1.600 começava a instalação do Mosteiro de São Bento, aproveitando a vasta área pertencente aos beneditinos - toda a extensão da Florêncio de Abreu e a avenida São João, chegando até à rua Anhangabaú.


 Hoje, no largo, encontramos o Mosteiro de São Bento!!!
 

Mais um pouquinho de história, vai!!! Com a chegada dos monges beneditinos à São Paulo em 1598 foi fundada uma pequena ermida, núcleo inicial da presença dos beneditinos na cidade e prepararação para a formação do primeiro núcleo comunitário e a edificação do mosteiro. A Câmara Municipal doou, em 9 de maio de 1600, uma gleba de terra situada "no lugar mais ilustre da vila, depois do Colégio da Companhia" (O Colégio dos Jesuítas), em doação perpétua: "os quais chãos serão para o convento, mosteiro, ou casa do dito santo, fôrros livres e isentos de todo tributo e pensão, de hoje até o fim do mundo".  Uhhhh, que sorte!!!

Ao fim de 1634, as obras foram concluídas e pode ser constituída a Abadia, inicialmente a pequena capela foi dedicada a São Bento, mais tarde, a pedido do Governador da Capitania de São Vicente, D. Francisco de Sousa, foi alterado o patrono para Nossa Senhora de Montserrat e, em 1720, a capela passou a chamar-se de Nossa Senhora da Assunção, título que conserva até hoje. E você sabia disso???

Voltando ao roteiro, entramos na rua Boa Vista e seguimos até chegarmos na Praça da Sé (antigo Largo da Sé). Lá está o marco zero da cidade. Sabe o que é isso? É a partir daí que é contado todas as distâncias de todas as rodovias que partem de São Paulo, e um meio de demarcar o início da numeração das vias públicas da cidade e também é um meio de fixar uma centralidade material na cidade. Legal, né!


Nesta praça encontramos também, a imponente Catedral de Sé. É um dos cinco maiores templos neogóticos (um dia eu explico o que é neogótico, ok!!) do mundo!!! A catedral é o templo principal da paróquia de Nossa Senhora Assunção e São Paulo, criada em 10 de agosto de 1591.


Seguindo pela lateral da Catedral encontramos a Praça João Mendes. Mais um local cheio de história... esta praça que se chamava Largo de São Gonçalo, começou a ser formada em 1756, quando a Irmandade de N. S. da Conceição e São Gonçalo Garcia iniciou a construção de uma capela.  No ano de 1791, foi inaugurado o vizinho da capela: Câmara Municipal de São Paulo que, também, abrigava a cadeia (a cadeia localizava-se no mesmo prédio da Câmara). Por conta disso, o Largo recebeu o apelido "carinhoso" de Largo da Cadeia e Largo Municipal. Entre finais do século XIX e início do século XX, vários prédios foram demolidos, aumentando o espaço do antigo Largo que, a partir de então, incorporou trechos das antigas Ruas da Cadeia e do Teatro (desaparecidas com a reforma urbana). E, finalmente, no dia 29 de Novembro de 1898, o largo recebeu o nome Praça Dr. João Mendes.




E assim o nosso roteiro chega ao final... não posso esqueçer de citar as minhas fontes, além da boa e velha "você já sabe quem", o site www.vivaocentro.org.br e www.sampa.art.br.
 
Também quero agradeçer a todos que pacientemente acompanhou todos os capítulos deste roteiro. E espero que com isso aproveitem melhor (além de se lembrarem de mim, é claro!) a corrida do próximo domingo!
 
Ah, deixo aqui o convite para um passeio no centro de São Paulo. Aí até dá para escolher, Bar Brahma ou Mercadão, ou os dois!!!!
 
Boa prova!
 
Dona D


 







quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Roteiro corrístico - A missão continua!!!


Como disse o Gilmar Farias (fotocorridagilmar.blogspot.com), eu parei na esquina! E como é impossível estar aqui e não cantar a música...

"Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a avenida São João
É que quando eu cheguei por aqui eu nada entendi
Da dura poesia concreta de tuas esquinas"




Em 1978 este cruzamento (das avenidas Ipiranga e São João) se transformou em um dos pontos mais famosos da cidade de São Paulo, especialmente do centro da cidade. Graças a quem??? Ao Caetano Veloso que gravou a música "Sampa". A verdade é que ele conseguiu poesia em um local bem decadente na época...

É neste cruzamento que se localiza o Bar Brahma. Ambiente bstante agradável e o preço um tanto quanto razoável...olha a gente lá!!!




E é neste cruzamento é possível avistar  o edifício Altino Arantes mais conhecido como Torre do Banespa. Por acaso você já esteve lá em cima??? Well, este edifício é um dos prédios mais emblemáticos da capital paulista, onde é o 3º mais alto da cidade e o 4º do Brasil (há controvérsias...). Começou a ser construío em  1939, para sediar o Banco do Estado de São Paulo (Banespa), e foi inaugurado em 1947. Durante mais de uma década foi o mais alto da cidade, até ser superado pelo Mirante do Vale, em 1960. Seu projeto inicial foi alterado para fazê-lo à semelhança do Empire State Building, em Nova Iorque (brasileiro adora imitar gringo!!!). Logo após a inauguração, na década de 1940, chegou a ser considerado a maior estrutura em concreto armado do mundo!!!






Chegando na rua Xavier de Toledo, encontrmos a Praça Dom José Gaspar onde se localiza a imponente Biblioteca Municipal de São Paulo, a "Biblioteca Municipal Mario de Andrade" (considerado um dos marcos arquitetônicos do estilo art déco na cidade). Foi fundada em 1925 e  consolidou-se ao longo dos tempos como uma das mais importantes instituições culturais brasileiras.




Lá encontramos o segundo maior acervo documental e bibliográfico do país (atrás somente da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro) e é órgão depositário de todos registros histórico-culturais da cidade de São Paulo. Seu acervo conta com aproximadamente 3,3 milhões de títulos, cobrindo todas as áreas do conhecimento humano, e conserva um amplo conjunto de incunábulos, manuscritos, brasiliana, gravuras, mapas e outras obras raras, a maioria produzidas entre os séculos XV e XIX.

Atravessando a Av. São Luiz encontramos o espetacular mosaico de Emiliano di Cavalcante, que merece alguns minutos de contemplação. Aliás, pela cidade existem várias obras de arte que só por elas daria outro roteiro...


E seguindo a Av São Luiz chegaremos na Praça da República, mas antes passaremos ao lado do Circolo Italiano oumais conhecido como Edifício Itália. Inaugurado em 1965, é o segundo maior da cidade de São Paulo e do Brasil em altura, com 165 metros (151 m a partir do nível da rua) distribuídos em 46 andares. Este edifício está protegido pelo Patrimônio Histórico por ser um dos maiores exemplos da arquitetura verticalizada brasileira.


Agora, a Praça da República, já foi conhecida antigamente como Largo dos Curros, porque era neste local que os paulistanos do século XIX assistiam a rodeios e touradas (pois é, já teve touradas aquiem São Paulo!!!). Depois foi chamada de Largo da Palha, Praça das Milícias, Largo 7 de Abril, Praça 15 de Novembro e, finalmente, em 1889, Praça da República... ufa!!!!
 

Esta praça foi construída a partir do modelo de urbanização européia, fazendo um elo entre o chamado 'centro velho' e o 'centro novo'. E em 1894 foi escolhida como o endereço da Escola Normal Caetano de Campos, edifício planejado por Antônio Francisco de Paula Sousa e Ramos Azevedo (olha ele aí de novo!). 

Agora é seguir em direção ao Largo Santa Efigênia  onde se encontra a Igreja de Santa Efigênia que até 1954 a era a catedral da cidade. A igreja está construída no lugar de uma das mais antigas capelas da cidade, a Capela de Nossa Senhora da Conceição, construída antes de 1720. Essa primeira capela foi reformada a partir de 1794, e em 1809 surgiu a paróquia de Nossa Senhora da Conceição e Santa Ifigênia, que deu nome ao largo e ao bairro localizado ao redor da igreja. Nesta época  D. João determinou que a Irmandade de Santa Ifigênia e Santo Elesbão, cujos membros eram negros alforriados, se estabelecesse na nova igreja.




E é neste Largo que encontramos o Viaduto Santa Efigênia, mas isso vai ficar para amanhã....

Dona D


 

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Roteiro corrístico pelo centro de São Paulo...

Já vou avisando que este post vai ser comprido!!!! Então aí vai a primeira parte!
Já que no dia 8 de agosto acontecerá a já tradicional e charmosa XV Corrida Corpore Centro Histórico, pensei, "E por que não apresentar o centro da nossa cidade para toda gente?" afinal esta prova dá a possibilidade de correr, desde a largada e durante todo o percurso, por lugares tradicionais e pontos turísticos da cidade de São Paulo.

Como este blog também é cultura... aí está um pouquinho de São Paulo para toda a rede.

A largada será na Rua Líbero Badaró quase em frente ao Edifício Sampaio Moreira. "E...", você deve estar pensado... Pois é, concluído em 1924, foi o primeiro "arranha-céu" de São Paulo, com 13 andares, porão e ático, e seus 50 metros de altura. Este edifício rompeu com os padrões horizontais das construções  inspiradas em linhas francesas, ornamentadas, para as linhas americanas, verticais. Ele está super em conservado e lá se localiza um dos patrimônios comerciais da cidade, a tradicional mercearia Godinho, famosa pelo excelente bacalhau norueguês que comercializa, além de vinhos, destilados, azeites, compotas, entre outros. Preços bons...
Dá uma olhada que espetáculo!



Chegando no Viaduto do Chá, junto a Praça do Patriarca, encontra-se o Palácio do Anhangabaú, ou mais conhecido como a sede da prefeitura da cidade de São Paulo, ex-Banespa. Na cobertura deste edifício se encotra um jardim fantástico com espécies raras vindas de outros países.


Aí logo encontramos o famoso Viaduto do Chá. Primeiro viaduto da cidade inaugurado no dia 6 de novembro de 1892! Embora este tenha sido planejado em 1877 e os trabalhos começaram em 1888... Sabe o que aconteceu??? Como sempre tem a galera do contra, os trabalhos foram interrompidos um mês depois do inicio, por causa da resistência dos moradores da região, entre eles o Barão de Tatuí, que iria ficar sem sua casa pois seria uma das desapropriadas.  Até o dia em que a galera a favor botaram a mão na massa! Armaram-se de ferramentas e atacaram uma das paredes do sobrado onde o Barão vivia, forçando-o a se mudar. Aí a construção do viaduto foi retomada em 1889, com estrutura metálica vinda da Alemanha. No dia da inauguração caiu uma baita chuva acabando com a grande festa que estava acontecendo.
Além de ser o primeiro viaduto, foi o primeiro pedágio!!!  A Companhia Ferrocarril, cobrava três vinténs de pedágio de quem atravessasse o rio Anhangabaú pelo viaduto!!! A outra opção era atravessar o rio a nado ou de barquinho!


Atravessando o viaduto, encontramos o Teatro Municipal... e quem é que nunca viu uma imagem do nosso teatro? Hã? Mas, aposto que muita gente nunca entrou lá!!!


Com o seu estilo arquitetônico eclético, muito na moda na Europa desde a segunda metade do século XIX (estilos Renascentista, Barroco do setecentos e Art Nouveau) foi construído pelo escrtóio de Ramos de Azevedo  e sua inauguração que estava marcada para 11 de setembro de 1911 foi adiada um dia... Afff!!!
Lá aconteceu a famosa Semana de Arte Moderna de 1922, o marco inicial do Modernismo no Brasil.


Contornando o teatro, entramos na 24 de maio. E o que tem lá??? Alguém???


Foi fundada em 1963, com o nome de Shopping Center Grandes Galerias e hoje é possível encontrar o maior sincretismo (sempre quis usar essa palavra...) tribal-musical. Quem já sabia???

Let's rock!!!!

Pois é, a Galeria do Rock possui mais de 400 espaços comerciais, mais de 300 são lojas, sendo dividida em Hip-Hop no Subsolo, Skate e produtos mais populares no térreo, Rock nos Primeiro, Segundo e Terceiro Andares e Silk Screen e estamparias em geral nos terceiro e quarto andares. Possui também salas de tatuagens.

Bem, vou parando por aqui antes que fique chato!

Amanhã a gente continua a partir da esquina mais famosa da cidade.

Dona D